terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Cura de câncer depende da dieta?

Dizem que o humano possui 60 trilhões de células e, de milhares a um milhão de células cancerígenas surgem no corpo humano todos os dias por diversas causas. Então por que há gente não fica doente de câncer? Porque gente tem sistema imunológico para eliminá-las.

O outro fator seja alimentos. Apesar do surgimento do tal câncer, se não houvesse substancias para crescer, o câncer não poderia sobreviver porque células cancerígenas precisam se alimentar também.

Bem, vou apresentar exemplos sobre o respeito acima. Um exemple seja caso do câncer de mama com alimentos lácteos – Há muitas informações e controversos em sites que leite e iogurte não são alimentos tão saldáveis contrariando propagandas de mídias e indústrias lácteas que argumentam.
Leite é saudável? Parte 1

http://enzimato.blogspot.com.br/2008/10/o-paradoxo-do-clcio.html

O Paradoxo do CÁLCIO

A história da cientista britânica Jane Plant é extraordinária e bastante ilustrativa da influência da alimentação na produção do câncer. Jane Plant é professora, geoquímica e chefe do setor de pesquisas geológicas do British Geological Survey, uma prestigiosa instituição pública britãnica, dedicada à investigações geológicas. Sua história pode ser um dos exemplos mais significativos capazes de alimentar esperanças em muitas mulheres que apresentam câncer. Jane sobreviveu a cinco tumores mamários.

Meu marido Peter (que é professor de Geologia) e eu trabalhamos com problemas ambientais na China, tempos atrás. Repentinamente, eu lembrei de um maravilhoso atlas de epidemiologia que alguns colegas chineses me deram de presente. Nessa publicação havia o relato de que a ocorrência de câncer da mama nas mulheres chinesas era de 1 caso em cada 100.000 mulheres. Comparei com a ocorrência de 1 caso em cada 10 mulheres, no Reino Unido e na maioria dos países ocidentais. Procurei verificar a correção dessa informação com respeitáveis acadêmicos que eu conhecia naquele país e, ao mesmo tempo, ouví de médicos chineses que eles raramente se deparam com casos de câncer de mama durante a sua vida profissional.

Leia continuação do texto abaixo
LEITE, LATICÍNIOS E PREVENÇÃO DO CÂNCER. A INCRÍVEL HISTÓRIA DE JANE PLANT.

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Outro exemplo do assunto, houve uma notícia de ‘CBS’ que surpreendeu TV espectadores.

O texto original em inglês:
Starving cancer: Ketogenic diet a key to recovery



Cortar alimento de câncer: a dieta cetogênica é chave para curar

Muitas pessoas são frustradas com atuais tratamentos de câncer. Esses são caros, assustados e muitas vezes não funciona.

Porém, há um novo tratamento de câncer que é gratuito, virtualmente não tem efeito colateral, e pode usá-lo junto com outros tratamentos de câncer.

Isso envolve cortar carboidrato, começando com o pior carboidrato de todos eles – açúcar.

Matar câncer

Dr. Fred Hatfield é um homem impressionante: um campeão de levantamento de peso, um autor duma dúzia de livros e um milionário de negócios com sua mulher bonita. Mas ele vai falar pra você que a sua maior realização é: matar seu câncer exatamente na ultima hora.     

“Os médicos me deram três meses do resto da vida, porque o câncer espalhou no meu esqueleto todo”. Ele recordou. “Três meses, três médicos diferentes me diziam a mesma coisa”.

A sua mulher Gloria se lembra disso bem.

“Isso foi horrível, sentimento horrível para ter alguém fala com você que a pessoa que você ama tenha apenas três meses da vida e você não possa ir junto com ele nunca mais.” ela disse.

Durante Hatfield se preparava para morrer, ele ouviu falar sobre a dieta anticâncer, é conhecida como a terapia metabólica também. Sem mais nada a perder, ele o tentou e foi chocado quando isso realmente funcionou.

“O câncer foi embora!” Ele exclamou. “Completamente. Não há sinal dele até hoje. E isso está durando mais de um ano”.

Cortar alimento para más células

Mesmo que esse não seja fácil, Hatfield parou de comer carboidratos que se torna glicose no seu corpo. Células cancerígenas amam a glicose e a necessitam perigosamente, se você parar de dá-la para células cancerígenas, estas morram.

“Isso absolutamente me surpreendeu que a ciência medicina estivesse o descobrindo agora mesmo”, ele falou.

Recuperação do câncer de Hatfield, no entanto, não foi surpresa para Dr. Dominic D’Agostino quem pesquisa a terapia metabórica. Quando ele e sua equipe na universidade de South Florida removeram carboidratos das dietas de cobaias de laboratório, as cobaias sobreviveram em câncer metastático alto agressivo, mesmo melhor do que quando estes foram tratados com quimioterapia.

“Nossa chance de sobrevivência está crescendo dramaticamente com a terapia metabólica”, ele disse. “Pois nós pensamos que isso é importante divulgar esta informação”.

Isso não é para apenas cobaia de laboratório. Dr. D’Agostino estava vendo sucesso parecido para gente também – muitas gentes.

“Eu troco de correspondência com muitas gentes”, ele disse. “Pelo menos uma dúzia de pessoas durante um ano e meio a dois anos, e todas as pessoas estão ainda vivas, apesar do palpite. Pois este é muito encorajado”.

A dieta cetogênica

Todas as células, inclusive células cancerígenas usam glicose como uma fonte de energia. Mas se você a cortasse, estas poderia mudar seus combustíveis alternativos – são corpos cetônicos.

Exceto células cancerígenas, células usam corpos cetônicos como seu combustível substituído, porém, as células cancerígenas somente podem sobreviver com a glicose.

“Suas células normais têm flexibilidade metabólica se adaptando ao uso de glicose a corpos cetônicos. Mas células cancerígenas não têm esta flexibilidade metabólica. Então nós podemos aproveitá-lo”, Dr. D’Agostino explicou.

A pessoa como Hatfield quem não quer ingerir glicose para suas células come o que é conhecido como a dieta cetogênica. Esta quase não tem carboidrato, mas contem muitas proteínas e gorduras naturais.

Gloria falou que alimentos para a dieta cetogênica são encontrados em quaisquer lojas de alimentos e muito fácil de prepará-los.

“Você pode ver sites no internet e você acha livros de culinária”, ela falou “isso deve ser alimentação pura. Só alimentação muito pura, sem açúcar, sódio e comida porcaria”.

‘Naturais’ proteínas são coisas que têm suas originais formas. Por outro lado, ‘processadas’ carnes como carnes frias e salsichas são proibidas porque a maioria delas seja com carboidrato adicionado.

Similarmente, gorduras ‘naturais’ são alimentos completos como azeite, abacates e castanhas. Afaste-se de gordura ‘trans’ assim como gordura para panificação ou margarina, qualquer óleo hidrogenado. As gorduras trans são sintéticas.

Segura e saudável

Às vezes, gente tem medo de tentar a dieta cetogênica porque a gente pense que a gordura assim na alimentação é mal para seu coração. Mas muitos médicos dizem que isso é mesmo natural, gordura é boa para você, embora seja gordura saturada como óleo de coco e manteiga.

“Colesterol é o maior causador de doença do coração?” o cardiologista, Dr. Stephen Sinatra pergunta. “Absolutamente não”.

No seu livro, ‘The Great Cholesterol Myth (A lenda do grande colesterol)’, Dr. Sinatra disse que a verdadeira causa de doenças do coração são inflamações que vêm de excesso de carboidratos na alimentação.

“Nós temos que orientar as nossas pacientes e ensinar sobre perigos de açúcar”, ele falou. “Infelizmente, eles não o estão ouvindo. Ao contrario, eles estão ouvindo os perigos de gorduras. O gordura é saudável para você, assim como que você evite gorduras trans”.

Então você poderia promover sua coração saudável e, isso mesmo poderia limpar câncer por evitar carboidratos e por ingerir gorduras naturais e proteínas.

Informação adicional

A dieta cetogênica prova sucesso no tratamento da epilepsia também. Para mais informação, vá pra ‘The Charlie Foundation (A fundação de Charlie)’.

Em fim, gente precisa perguntar seguinte: O comentário no site japonês diz que as composições do corpo humano são água (63%), proteína (16%), gordura (15%), sais minerais (4,7%), glicose (1%) e ácido nucleico (0,3%). Nutricionistas dizem que gente precisa ingerir 50% de carboidratos (glicose) como uma dieta balanceada do humano apesar de ser apenas 1% no corpo. Será que este argumento tem razão?

domingo, 27 de janeiro de 2013

Como os médicos morrem

Na semana passada, o ministro finanças (e ex-premiê) do Japão, Asso Taro causou uma polêmica sobre assistência medica para idosos em fase terminal da vida.

"Deus o livre de ser forçado a viver quando se quer morrer. Eu acordaria me sentindo cada vez pior sabendo que [o tratamento] estaria sendo integralmente pago pelo governo".
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O ministro disse também que pretende recusar os "cuidados no fim da vida". "Eu não preciso desse tipo de atendimento". Segundo a mídia local, Asso disse ainda que deixou recomendações à sua família para que negue prolongar sua vida por meio de tratamentos médicos.
Ministro japonês diz que idosos devem 'se apressar e morrer'

Eu já tinha mesma ideia antes de ler artigo abaixo. Quer dizer que recusaria a ser ligados em aparelhos de sustentação da vida, se eu estivesse em fase terminal da vida.

O texto original em inglês:
How Docters Die

Não é como o resto de nós, mas devem ser.


Alguns anos atrás, Charlie, um ortopedista altamente respeitado e um meu mentor, descobriu um tumor no seu estômago. Ele tinha um cirurgião quem o pesquisa na área, e o diagnóstico dele foi câncer de pâncreas. 

Este cirurgião foi um dos melhores do país. Ele inventou até um novo procedimento de que um paciente poderia triplicar a palpite de cinco anos de sobrevivência para este câncer – de 5 % para 15 % – embora uma qualidade de vida de paciente seja ruim. 

Charlie estava desinteressado desses. Ele foi para a casa no dia seguinte e fechou seu consultório, e nunca pôs os pés em um hospital novamente. Ele se concentrou em passar o tempo com a família e em sentimento tão bom quanto possível. Vários meses depois, ele morreu em casa. Ele não tinha quimioterapia, radioterapia ou cirúrgico para o seu tratamento. Plano de saúde não gastou muito para ele.

Isso não é um tema frequente para discussão, mas os médicos também morrem. E eles não morrem como o resto de nós. O que é incomum sobre eles, não são quantos tratamentos que eles recebem comparando com a maioria dos americanos, mas quantos menos tratamentos. 

Eles gastam o tempo todo para defender contra mortes de outros, e eles tendem a ser bastante sereno quando enfrentam próprias mortes. Eles sabem exatamente o que vão acontecer, eles sabem as escolhas, e eles geralmente têm acesso a qualquer tipo de assistência médica que poderia querer. Mas eles vão suavemente sem querê-la.

É claro, os médicos não querem morrer, querem viver. Mas eles sabem suficientemente sobre a medicina moderna para conhecer os seus limites. E eles sabem suficientemente sobre a morte para saber o que todas as pessoas mais temem: morrer com dor e morrer sozinhos. 

Eles já conversavam sobre isso com suas famílias. Eles querem ter certeza, quando chega a hora, que medidas heroicas não vão acontecer – que eles nunca irão experimentar durante os seus últimos momentos na terra, alguém está quebrando suas costelas em uma tentativa de ressuscitá-los com a reanimação cardiorrespiratória (RCP: esta coisa acontece se a RCP é bem feito).

Quase todos os profissionais médicos têm visto o que chamamos de ‘cuidados fúteis’ que está sendo praticada sobre as pessoas. Isso é quando os médicos utilizam a tecnologia de ponta para salvar uma pessoa gravemente doente com perto da fase terminal da vida. 

O paciente vai ficar cortado para abrir, perfurado com tubos, ligado a aparelhos, e agredido com drogas. Tudo isso ocorre na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), com um custo de dezenas de milhares de dólares por dia. O que ele compra é miséria de que nós não iríamos castigar mesmo um terrorista.

Eu não posso contar o número de vezes que colegas médicos me disseram, com palavras que variam apenas pouca coisa, "Prometa-me se você me encontrar assim, você vai me matar". Eles querem dizê-lo. Algumas equipes médicas usam medalhões carimbados ‘NO CODE (não código)’ para dizer que os médicos não podem realizar RCP sobre eles. Eu vi isso mesmo como uma tatuagem.

Administrações de assistência médica para quem sofre com doenças são angustiantes. Médicos são treinados para coletar informações sem revelar qualquer seus próprios sentimentos, mas em particular, entre os colegas médicos, eles desabafam. Eles vão perguntar "Como alguém pode fazer isso com seus familiares?”.

Eu suspeito que isso seja um dos motivos de que médicos têm maiores taxas de abuso de álcool e depressão do que a maioria dos profissionais de outros campos. Eu sei que isso é uma razão de que eu deixei participações nos cuidados hospitalares dos últimos 10 anos da minha prática.

Por que este estava acontecendo – que os médicos administram tanto cuidado de que eles não querem para si mesmo? A resposta, simples ou não tão simples, é seguinte: problemas de pacientes, médicos e o sistema.

Para ver como os pacientes têm um papel, imagine um cenário em que alguém perdesse a consciência e estivesse uma sala de emergência. Como um caso frequente, ninguém fazia um plano para esta situação, e membros chocados e assustados de uma família se encontrassem si mesmo quem são presos em um labirinto de escolhas. Eles estão sobrecarregados. 

Quando os médicos perguntam que se eles querem ‘tudo’ é feito e, se eles respondem sim. Então o pesadelo começa. Às vezes, isso significa realmente ‘fazer tudo’ para uma família, mas muitas vezes isso significa apenas ‘fazer tudo razoavelmente’.

O problema é que eles não poderiam saber o que é razoável. Embora eles estejam na sua confusão e tristeza, eles deveriam perguntar sobre isso ou ouvir o que o médico está dizendo. Por sua parte, se os médicos dissessem que faz ‘tudo’, iria fazer isso, independentemente isso é razoável ou não.

O cenário acima é coisa comum. O problema é que haja mais expectativas irrealistas do que os médicos poderiam realizar. Muita gente pensa que a RCP é um salva-vidas confiável, mas na verdade, os resultados são geralmente ruins. 

Eu tinha centenas de pessoas trazidas para mim na UTI depois de obter a RCP. Exatamente um homem saudável quem não teria tido problemas cardíacos (para quem quer a informação detalha, ele tinha um ‘pneumotórax de tensão’), saiu do hospital caminhando. 

Se um paciente sofre de doença grave, idade avançada ou uma doença terminal, as chances de um bom resultado da RCP são infinitesimais, enquanto as chances de sofrimento são esmagadoras. Pobre conhecimento e expectativas equivocadas levam a uma série de más decisões.

Mas é claro que não são apenas os pacientes quem fazem estas coisas acontecidas. Médicos fazem um papel facilitador também. O problema é que até mesmo os médicos quem odeiam administrar cuidados fúteis, devem encontrar uma maneira para atender os desejos dos pacientes e familiares. 

Imagine mais uma vez, a sala de emergência em tristezas, possivelmente os membros da família sejam em uma situação histérica. Eles não sabem o médico. Estabelecimento de confiança em tais circunstâncias seja uma coisa muito delicada. As gentes estão dispostas a pensar que o médico está agindo por motivos fora de princípios, tentando poupar tempo ou dinheiro, ou esforço, especialmente se o médico está aconselhando contra o outro tratamento.

Alguns médicos são mais fortes comunicadores do que outros e alguns médicos são mais inflexíveis, mas as pressões de que todos eles enfrentam são semelhantes. Quando eu enfrentei circunstâncias envolvidas para escolher fim da vida, adotei de aconselhar apenas as opções de que eu achava razoável ​​(como faria em qualquer situação), mais cedo possível no início do processo. 

Quando os pacientes ou famílias trouxessem escolhas irracionais, eu discutiria o assunto sem usar termos de técnicos e com palavras fácies de entender para retratar as desvantagens claramente. Se os pacientes ou famílias ainda insistissem sobre os tratamentos de que considero inútil ou prejudicial, eu ofereceria transferências dos seus cuidados para outro médico ou hospital.

Eu deveria ter sido mais forte para convencer nesta ocasião? Eu sei que algumas dessas transferências ainda me assombram. Um dos pacientes de quem eu mais gostava era uma advogada de uma famosa família política. Ela tinha diabetes grave e circulação sanguínea terrível e, em uma vez, ela desenvolveu uma ferida dolorosa no seu pé. 

Estou sabendo que há perigos de hospitais, eu fiz tudo o que poderia fazer para distanciá-la de recorrer à cirurgia. Mesmo assim, ela procurou especialistas externos com quem eu não tive nenhum relacionamento. Sem saber tanto sobre ela como eu fiz, eles decidiram realizar a cirurgia de desvio dos seus vasos sanguíneos obstruídos cronicamente nas ambas as pernas.

Isso não restaurou a circulação sanguínea e as feridas cirúrgicas não curariam. Seus pés se tornaram gangrenosas, e ela sofreu amputações de pernas bilaterais. Duas semanas depois, tudo isso tinha ocorrido no famoso centro medico. Ela morreu.

É fácil encontrar a falha de médicos e pacientes na tal episodia, mas em muitas maneiras, todas as pessoas envolvidas são simplesmente vítimas de um grande sistema que incentiva o tratamento excessivo. Em alguns casos infelizes, os médicos usam o modelo de taxa de serviço para fazer tudo o que puder, não importa mesmo que esse seja inútil, para ganhar dinheiro. Porém, geralmente os médicos têm medo de acusação na justiça e fazer tudo o que for solicitado, com pouco retorno para evitar problemas.

Mesmo quando as preparações corretas sejam feitas, o sistema ainda pode engolir a gente. Um dos meus pacientes era um homem chamado Jack com 78 anos de idade quem estava doente durante muitos anos, e ele foi submetidos aproximadamente aos 15 maiores procedimentos cirúrgicos. Ele me explicou que ele nunca, em nenhuma circunstância, queria ser colocada nos aparelhos de sustentação da vida novamente. 

Porém, um sábado, Jack sofreu um derrame e foi internado na sala de emergência inconsciente sem sua esposa. Os médicos fizeram todo o possível para reanimá-lo e colocá-lo nos aparelhos na UTI. Este foi o pior pesadelo de Jack. 

Quando eu cheguei ao hospital e assumi cuidar Jack, eu falei com sua esposa e ao pessoal do hospital, trazendo as notas do meu escritório com suas preferências de cuidados. Então eu desliguei os aparelhos de sustentação da vida e sentei ao lado dele. Ele morreu duas horas depois.

Apesar de houve todos os seus desejos documentados, Jack não teve morrido como ele esperava. O sistema tinha intervido. Eu o descobri mais tarde que uma das enfermeiras mesmo relatou a desconexão dos aparelhos de Jack por mim às autoridades, como um possível homicídio. Não deu em nada, é claro; os desejos de Jack tinham sido afirmados obviamente, e ele deixou a papelada para provar isso.

Mas a perspectiva de uma investigação policial é aterrorizante para qualquer médico. Eu poderia deixá-lo nos aparelhos de sustentação da vida mais alguma semana, seja muito mais fácil para mim embora isso seja contra o desejo de Jack, prolongando a sua vida e seu sofrimento. Eu até poderia ganhar um pouco mais dinheiro e o conta do plano de saúde teria terminado com um adicional de US$ 500.000,00. Este não é surpresa que muitos médicos erram lado no tratamento excessivo.

Mas quanto os médicos, eles não se tratam excessivamente. Eles veem as consequências desta constantemente. Quase qualquer pessoa pode encontrar uma maneira de morrer em paz em casa, e dores podem ser controladas melhor do que nunca. Cuidados paliativos que focam para fornecer conforto e dignidade a pacientes terminais, em vez de cuidados fúteis, e fornecem muitos melhores dias finais à maioria das pacientes. 

Surpreendentemente, os estudos descobriram que as pessoas colocadas nos cuidados paliativos, muitas vezes vivem mais do que as pessoas com a mesma doença quem buscam cuidados ativos. Fiquei impressionado quando ouvi o rádio recentemente, que o famoso repórter, Tom Wicker tinha ‘morrido em paz em casa, cercado por sua família’. Felizmente, tais histórias são cada vez mais comuns.

Alguns anos atrás, o meu primo mais velho, Tocha (nascido em casa, á luz de uma lanterna ou uma tocha) teve uma convulsão que se tornou o resultado de câncer de pulmão, que tinha ido para o seu cérebro. Eu arranjei vários especialistas para vê-lo e aprendemos que talvez ele vivesse quatro meses com o tratamento agressivo na sua condição, visitando 3 a 5 hospitais por semana para a quimioterapia.

Em fim, Tocha decidiu contrariar qualquer tratamento e simplesmente tomou pílulas de edema cerebral. Ele morou comigo. Passamos os oito meses próximos, fazendo um monte de coisas que ele gostava, se divertindo juntos como se não tivéssemos em décadas. Nós fomos para a Disneylândia pela primeira vez para ele. Passamos sem fazer nada em casa. Tocha foi um amante dos esportes, e ele estava muito feliz de assistir esportes e comer minha comida. Ele ainda ganhou um pouco de peso, comendo os seus alimentos mais favoritos do que alimentos hospitalares. 

Ele não tinha dor serio, e ele permaneceu alto astral. Um dia, ele não acordou. Ele passou os próximos três dias na coma como se estivesse dormindo e morreu. O custo do seu tratamento médico para esses oito meses, alas, para único remédio que ele estava tomando, foi cerca de US$ 20,00.

Tocha não era médico, mas ele sabia que ele queria uma vida de qualidade, não é apenas quantidade. A maioria de nós também não é? Se houver um ‘estado da arte’ de fase terminal da vida, seja esta: a morte com dignidade. Quanto a mim, o meu médico tem as minhas escolhas. 

Eles são fáceis de fazer, como eles são a maioria dos médicos. Não haverá heroísmo e eu irei suavemente para aquela ‘boa noite’. Como meu mentor Charlie. Tal como o meu primo Tocha. Como meus colegas médicos.

Ken Murray, Médico, é o professor da Assistente Clínica de Medicina de Família na USC.

Leia também
A ética da vida e da morte

terça-feira, 3 de julho de 2012

Verdadeiro universo é Plasma universo?


Para gente comum – como você – imagem do universo seja ‘Modelo cosmológico padrão’ (leia abaixo) e teoria do Big Bang.
Cosmologia

Porém estes atuais modelos e teorias têm vários problemas de que cientistas não podem explicar. Por exemplo, como uma galáxia de faixa foi formada? Leia abaixo.

Galáxia de faixa (estilo de filamento) 

GIANT GALAXY STRING DEFIES MODELS OF HOW UNIVERSE EVOLVED

No entanto a década de 1980, o físico Anthony Peratt fazia estudos para gerar filamento de plasma usando ‘Blackjack V’ que projeta feixe de raios-X em campo magnético e de simulação em computador, utilizando o programa ‘SPLASH’, desse plasma. Enfim ele conseguiu criar modelos laboratoriais iguais de quaisquer estados de galáxias reais. Veja abaixo.

Comparações entre os modelos laboratoriais de plasma e as galáxias reais 

Se plasma é projetada em campo magnético, a plasma vai se formar estilo de filamento voluntariamente (assista ao vídeo abaixo). No universo, tais pequenas filamentos de plasma em mesmos sentidos de correntes juntam e, crescem lentamente ao longo do tempo até chegar a tamanho gigantesco.



                             Coaxial microwave plasma with filaments


Formação do filamento de plasma


Evolução de Plasma galáxia Origem

Quando diâmetro deste filamento chega cerca de 10 bilhões anos-luz, isso perde estabilidade e começa a encolher por própria gravidade. Este efeito restringível causa nascimento de outro filamento por energia duma parte da gravidade, é transformada em energia (corrente) elétrica de que corre dentro do filamento de plasma (veja os desenhos acima).

Repetições desta circulação – nascimento, crescimento e compressão dos filamentos de plasma e, autoalimentação de mais energia como se fosse um motor contínuo com mecanismo de MHD – finalmente construam estrelas, galáxias, aglomerado de galáxias e até superaglomerados de galáxias. Esses corpos celestes fracionam para criar componentes. Pois ocorre reciclagem de materiais no universo.

O fato acima indica que os modelos do filamento de plasma foram criados em laboratório podem encaixar em estrelas, galáxias, aglomerado de galáxias e superaglomerados de galáxias. Diferença entre estes é apenas grandeza, aliás, há escalabilidade. Cada diferença entre eles é 109 vezes. Porém alguns parâmetros como o tempo são diferentes – os modelos laboratoriais se formam bem mais rápido. Veja abaixo.


                               ↑
                          109 vezes (diferença de grandeza entre estes)
                               ↓


                               ↑
                           109 vezes (diferença de grandeza entre estes)
                               ↓


Leia abaixo para saber mais informação do Plasma universo.
The Big Bang Never Happened

http://www.davidpratt.info/cosmo.htm
Trends in Cosmology: Beyond the Big Bang

http://plasmauniverse.info/
PLASMA UNIVERSE

Atual teoria de Plasma universo (cosmologia) não cita o tempo de nascimento do universo como o modelo de Big Ban argumenta. Segundo a teoria do extraterrestre Ummite, assim Plasma universo foi criado mais de 100 mil anos atrás pela consciência aglomerada do tudo organismo vivo com inteligência no universo. E o universo está expendendo desde o nascimento. Leia abaixo.
Os dinossauros não existiam na historia do planeta terra?

As cartas do extraterrestre Ummite